Embarcara-se o tornado
em uma rajada de vento
que passou em minha vida
tão rápido, ah, tão intenso.
O que era? Já não é...
Ou nunca foi – não sei.
Contorceu-me a vida
me comprimindo à parede,
nesta cama infinita,
tua falta em meu presente.
O que é? Já não foi...
Ou não era: nunca sei.
Ah, bela cobra imaculada
confortou-se em meu peito,
deu-me tudo, deixou nada,
hoje rogo teu veneno.
- 15 de Abril de 2011.
Nenhum comentário:
Postar um comentário